O vai-vem do ouro rosa na joalheria

Registros de mais de cinco mil anos mostram que o ouro rosa é o metal mais antigo trabalhado pelo homem. O fascínio por esta coloração levou o metal a ser muito apreciado em vários momentos da historia da joalheria.

Durante o Renascimento, o domínio foi do ouro amarelo, muito embora o metal rosado apareça em camafeus e trabalhos delicados de filigrana. Avançando no tempo, as alianças de compromisso no século XIX também eram produzidas com o metal rosado. 

Nas décadas de 1940 e 1950, as joias robustas e retorcidas do estilo Retrô, com suas volutas e caracóis, eram frequentemente montadas em ouro rosa ou vermelho.

Em 1970, com a grande procura pela coleção Trinity, de Cartier  - que combinava ouro branco, rosa e amarelo -, as joias em ouro rosado voltaram com tudo. As joias Trinity nasceram em 1924, quando Cartier criou o emblemático anel com três argolas em cores diferentes de ouro para o amigo o poeta Jean Cocteau: branco simbolizando a amizade; amarelo para fidelidade e o rosa para o amor.

Desde 2010, o metal rosado vem ganhando popularidade e conquistando o gosto dos apreciadores e consumidores de joias. A alta relojoaria também adotou esta tonalidade - muito apreciada entre colecionadores - para seus relógios mais importantes.

Romântico, feminino e com ares vintage, combina bem com quase todo tipo de pele. Em minhas criações, gosto de associar o ouro rosa `a pedras e elementos nas tonalidades do marrom, lilás, roxo, azul, cinza e vermelho rubi, além de diamantes brancos e negros.

Assim como as colorações do ouro amarelo e branco, cujas tonalidades resultam da liga com outros metais,  para se conseguir ouro rosa é preciso utilizar cobre e prata. Entenda como as cores do metal são obtidas:

 

OURO AMARELO - 75% AU + 16% AR + 9% CO

OURO BRANCO – 75% + 25% Paladium

OURO ROSA –75% AU + 16% CO + 9% AR

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