Granada: do vermelho ao verde, um arco iris de cores

Diz a lenda que a Arca de Noé foi iluminada por uma grande granada e só assim foi capaz de sobreviver ao dilúvio. Assim como essa bela historia, há muito folclore e crenças envolvendo o poder das gemas preciosas.

Por exemplo, acredita-se que a granada seja a pedra do sucesso e desenvolvimento pessoal, além de fortalecer a saúde e inspirar o amor.

No período vitoriano, foi largamente utilizada na confecção de joias complexas e rebuscadas, montadas em prata por ourives da República Tcheca, principalmente.

Seu nome deriva do latim “granatus” (grão) pois ela surge na natureza na forma de cristais arredondados. Apesar de estar mais associada à coloração vermelha, surge em diversas cores. A granada piropo (vermelho queimado) é a mais comum e abundante, também conhecida como Rubi do Cabo. A rodolita, por sua vez, é a variável rósea, quase roxa desta gema.

Uma das mais valorizadas é a granada tsavorita, de um verde intenso quase fluorescente. A demantóide, a mais valiosa delas, também apresenta-se na tonalidade do verde, porém limão. Há ainda granadas na cor laranja, chamadas de mandarim, entre outras.

 

São extraídas de jazidas em quase todo o mundo: da República Tcheca à Africa do Sul, da Austrália ao Brasil, passando pelo Sri Lanka, Rússia e Estados Unidos.

 

 

Em minhas criações, costumo associar granadas a ouro amarelo, quando desejo um resultado mais sofisticado. Já as peças montadas na prata ganham um ar mais casual, mais dia a dia. Aqui mostramos algumas de nossas joias com granadas piropo, mandarim, rodolita e tasvorita:

 

 

 

 

 

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