CRUCIFIXO: joia “coringa” que cabe em qualquer look

Um dos símbolos mais conhecidos e usados em todo mundo, o crucifixo representa a veneração ao sacrifício de Jesus Cristo, segundo a tradição cristã.
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Utilizado por diversas culturas, crenças e religiões, há registro da presença de cruzes desde o período neolítico. Mais tarde, entre os povos egípcios, gregos, celtas e astecas, o crucifixo também figurou em cerimonias religiosas.
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Na maioria das vezes, representa boa sorte para quem o carrega, além de proteção. No período Vitoriano, os crucifixos ganharam popularidade com o advento das “joias de luto” e das joias de sentimento.
 
Ao longo do século XX, foram usados por pessoas mais religiosas porém, por seu status de joias de proteção, acabaram ocupando espaço no guarda-roupa de artistas e fashionistas. Madonna, por exemplo, pode ser considerada uma das grandes responsáveis pela popularização do item, nos anos 1980.
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Por serem joias clássicas, marcas importantes sempre incluem cruzes em suas coleções como Bulgari, Chanel, Dolce & Gabanna, Dior e Gucci – que lançou ano passado uma linha gótica com crucifixos.
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Dolce & Gabanna
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Gucci
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Minha paixão por joias religiosas vem de muito tempo, assim como minha coleção de cruzes antigas que, aliás, uso frequentemente. Por isso, trata-se de um tema sempre presente em minhas coleções. Uma de minhas preferidas é o exemplar vitoriano em vulcanite, material negro comum nas “mourning jewelry” ou joias de luto, em meados do século XIX.  Montado em ouro amarelo 18k, busquei diamantes e peridotos para dar um brilho a mais na peça.
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Da mesma época, vale destacar a joia montada em prata com madrepérolas e centro com fotografia de dama e moldura de esmalte e diamantes em talha antiga. Outra “joia de sentimento”, muito em voga no final do XIX, começo do XX, pois carrega a imagem de alguém querido.
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Trazendo o assunto mais para a atualidade, montei um grande crucifixo a partir de uma pulseira de ouro e turquesas anos 1950. Com os elos fiz as hastes da cruz, e no centro e agreguei uma flor de turquesa e diamantes.
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Já o pingente em degrade de safiras ganhou uma gargantilha de âmbar típica do período art déco, já que as contas são geométricas. Para quem gosta de camafeus, desenhei um crucifixo com diamantes, opala e camafeus vintage. E, ainda, vale ressaltar a cruz de Malta em ouro amarelo e pérola Mabe, uma versão mais singela da joia.
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Desde o estilo rocker até o mais delicado, passando pelos poderosos e elaborados, um crucifixo cai bem em qualquer produção, não acham?

 

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