Ametista: cantada em verso e prosa

“Minha pedra é Ametista...” , diz a canção “Bijuterias” de João Bosco. Pois sempre que vejo uma ametista, me vêm à mente esta música, famosa em 1977/1978 por ser o tema de abertura da novela global “O Astro”.

Por milhares de anos, esta variação do quartzo na cor púrpura foi valorizada por sua beleza e energia lendária. Registros mostram que o povo neolítico da Europa já usava a ametista há pelo menos em 25 mil a. C.  E, no antigo Egito, a gema era usada em contas e amuletos.

 O nome vem do grego – não intoxicado, não embriagado – e a pedra era considerada símbolo lealdade pelas sociedades gregas e romanas. Não é à toa que sempre foi utilizada em coroas e cetros, além dos anéis de bispo e joias eclesiásticas.

Encontrada em todo mundo, o Brasil  possui uma das maiores fontes da pedra roxa, no Rio Grande do Sul.  Em nossas jazidas, aliás, encontram-se desde as mais saturadas – como o ultravioleta, a cor do ano pela Pantone – até o lilás mais pálido.  Por sua abundância e custo relativamente baixo, é uma pedra muito concorrida na joalheria.

A ametista é tão versátil que pode ser montada tanto em ouro (branco, amarelo ou rosa) ou prata. Diamantes brancos casam perfeitamente, além das pedras de coloração rosa como as turmalinas e kunzitas. Gosto muito, ainda, de compor com gemas verdes, como a esmeralda. Alias, minha pedra não é ametista. É esmeralda... pois sou de Maio. Ametista é a pedra de quem nasce em Fevereiro.

 

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